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Hélder Bastos

“Fechámos o ano de 2017 com um crescimento de dois dígitos”

Dez anos depois de ter chegado a Portugal, a ASUS lidera as vendas no segmento de portáteis de consumo e ocupa a segunda posição nos tablets, o que lhe valeu, já em 2018, o reconhecimento como Marca de Confiança nestas duas categorias, numa iniciativa da revista Seleções do Reader’s Digest. Em entrevista, Hélder Bastos, diretor-geral da marca taiwanesa no nosso país, faz o balanço desta década e antecipa os próximo passos da tecnológica.

Entrevista FÁTIMA FERRÃO Fotografia MIGUEL MANSO

A ASUS chegou a Portugal há 10 anos. Como evoluiu e quais os momentos mais relevantes?
A marca ASUS é comercializada em Portugal desde 1991, dois anos após a fundação da empresa, sendo o mercado gerido pelos distribuidores selecionados ao longo dos anos. Inicialmente, o portefólio da marca era composto por motherboards, e ao longo do tempo foi-se alargando a placas gráficas, routers, monitores, servidores, desktops, notebooks, tablets, smartphones, acessórios, etc.
Em 2008 o mercado passa a ser gerido pela ASUS Portugal, através da equipa formada para o efeito, data em que a empresa revoluciona o mercado informático através do lançamento do EeePC, dispositivo massificado para o acesso à Internet, mais tarde conhecido por netbook, criando uma nova categoria dentro dos computadores portáteis. Um ano mais tarde, em 2009, a ASUS acaba por integrar o ranking dos três maiores fornecedores mundiais de notebooks.
Em 2011, com o lançamento do EeePad Transformer – um tablet com opção de uma docking station que o transforma num notebook –, cria a nova categoria dos “dois-em-um”, convertíveis ou transformáveis. Dois anos mais tarde, em 2013, a ASUS é reconhecida como Number 1 Taiwanese Brand, e em 2015 é lançado o ZenFone 2.
A empresa consegue também ser líder de vendas em Portugal em motherboards e placas gráficas desde a sua implementação no país, e nos últimos seis anos em notebooks, a par do mercado de monitores e de gaming durante vários anos.
Em 2017 a marca foi distinguida também com sete prestigiosos Prémios de Inovação CES 2018 pelo design e funcionamento dos seus produtos: as motherboards ROG Rampage VI Apex e Extreme, o portátil ROG G703, o monitor ROG Swift PG27UQ, o dois-em-um Zen AiO ZN242, de edição especial na categoria de hardware e componentes, o monitor portátil ASUS ZenScreen MB16AP, em periféricos, e com o novo router Blue Cave em Smart Home. Já este ano, a ASUS foi eleita Marca de Confiança dos Portugueses em Portáteis e Tablets.

Com uma quota de mercado de 30,6%, o que representa para a ASUS ser, pelo sexto ano consecutivo, a marca líder em vendas no segmento de portáteis de consumo?
Representa, numa primeira instância, o sucesso de uma estratégia de posicionamento de marca, presente diretamente em Portugal desde 2008, e o respetivo reconhecimento do mercado português, demonstrado através da preferência dos consumidores nacionais, comprovando que estávamos certos ao investir numa oferta de design, inovação, qualidade e desempenho dos nossos sistemas para os distintos segmentos de utilização, desde o ASUS Transformer Book, VivoBook, ZenBook às linhas de gaming Strix e ROG, tendo sempre como objetivo exceder as expectativas do retorno do investimento de cada um dos consumidores ASUS.

Como descreve o negócio da ASUS em Portugal no último ano?
Não obstante a dinâmica específica de cada um dos segmentos de mercado e negócio em que a empresa atua, em termos gerais, em Portugal, fechámos o ano de 2017 com um crescimento de dois dígitos, ultrapassando ligeiramente os objetivos previamente traçados.

Quais os fatores que mais contribuíram para os resultados alcançados?
Para o crescimento registado contribuíram significativamente os resultados alcançados com a área de negócio de smartphones e, mais uma vez, o pensar e privilegiar as necessidades efetivas do consumidor apostando no design, inovação, qualidade e desempenho dos dispositivos ASUS de acordo com as mesmas.

Quando surgiu a aposta da ASUS nos smartphones?
Introduzimos os smartphones no mercado no início de 2015, mas fizemo-lo de uma forma muito controlada, em parceiros selecionados, e com um enorme sucesso. Oferecemos ao mercado o ZenFone 2, que reunia o melhor de dois mundos: alto desempenho ao preço mais justo.

Hélder Bastos

O atual diretor-geral da ASUS Portugal, que integra a organização desde 2008, revela que “tem sido um desafio excelente”. Antes de abraçar o projeto, era já um grande admirador da marca, “o que me deixava uma grande vontade de a conhecer melhor”. Não hesitou em aceitar o desafio e, 10 anos depois, não se arrepende. “Desde o início tive a capacidade de perceber que para alguém saber o meu nome na ASUS internacional não seria pelo volume de negócios que iríamos fazer em Portugal.” A estratégia passou, por isso, pela aposta num desempenho acima da média. “De uma forma segura, sustentada, gradual e rentável, tentámos chegar a número um em tudo o que pudéssemos, e conseguimos.” Portugal é atualmente um dos países com melhor desempenho dentro da ASUS, a nível internacional. “Estou muito contente, voltaria a fazer o mesmo e espero, se a ASUS continuar com esta dinâmica e com esta forma de ver o futuro, continuar na empresa enquanto puder”, conclui.

Hélder Bastos integra a ASUS Portugal desde o primeiro momento, em 2008, e é agora o seu diretor-geral

Hélder Bastos integra a ASUS Portugal desde o primeiro momento, em 2008, e é agora o seu diretor-geral

O que tem vindo a fazer a empresa nesta categoria para ser atualmente a quarta marca mais vendida em Portugal?
Depois da primeira experiência, fomos amadurecendo, enquanto empresa, nesta nova área de negócio, juntamente com a concorrência e os consumidores. O smartphone passou a ser um dispositivo imprescindível nas nossas vidas, algo com que nos identificamos e que faz parte de nós. A própria utilização deste dispositivo sofreu profundas alterações.
É por isso que em setembro de 2016, com o ZenFone 3, considerámos, na ASUS Portugal, deter o dispositivo ideal – design, excelente qualidade fotográfica, capacidade de processamento, RAM, armazenamento e bateria acima da média a um preço irresistível. Demos assim o passo seguinte, ou seja, disponibilizá-lo para venda em todos os parceiros no mercado livre.
A par do ZenFone 3, lançámos também a linha MAX, que, além de reunir todos os atributos anteriormente enunciados, se caracteriza ainda por baterias com uma capacidade extraordinária, possibilitando inúmeras horas de utilização sem carregamento, o que tem sido um enorme e contínuo sucesso de vendas.

Entretanto, o ZenFone 5 já chegou às lojas e promete ainda mais...
Sem dúvida. Gradualmente, temos vindo a focar-nos nos futuros modos de utilização dos smartphones, com a inevitável incorporação da inteligência artificial, de modo a proporcionarem-nos uma vida melhor. O ZenFone 5, que tem sido muito aclamado pelos media desde que foi apresentado na Mobile World Congress 2018, em Barcelona, apresenta um design sofisticado em ecrã completo e um surpreendente sistema de dupla câmara – AI Camera, com a recente plataforma Qualcomm Snapdragon 636 –, e incorpora o ASUS Al Boost, que otimiza o desempenho dos dispositivos tanto a jogar como a realizar tarefas mais exigentes. Acreditamos que tem sido esta dinâmica o grande contributo para o atual sucesso dos ZenFone.

De que forma o gaming tem impulsionado as vendas da empresa em Portugal? Quais as principais ofertas para este segmento?
Na verdade, a ASUS desde há muito que é a principal marca de gaming e líder em Portugal com a ROG [Republic of Gamers], STRIX ou TUF. Somos uma marca muito abrangente nesta área, que oferece motherboards, placas gráficas, monitores, notebooks, routers, ratos, teclados, entre outros. Este conhecimento e experiência nativa nesta área têm-nos permitido responder às necessidades deste mercado de uma forma muito mais direcionada e efetiva. Podemos, inclusive, dizer que nesta área somos uma marca de referência mundial, com a qual as restantes tentam igualar-se.

Quais as principais tendências no mercado e como lhes tem dado resposta a ASUS?
A atual ubiquidade de tecnologia permite-nos definir um número muito grande de tendências, que vão desde a inteligência artificial às novas necessidades de portabilidade. A ASUS permanece atenta a essas tendências, que, na realidade, são as novas necessidades dos nossos consumidores, dando-lhes resposta com produtos como o ASUS ROG Zephyrus, um portátil de jogos extraordinariamente potente, que é ao mesmo tempo muito fino e leve, ou as mais de 50 novas funcionalidades de inteligência artificial que integrámos no ZenFone 5. Conjugando a experiência adquirida nas diferentes linhas de produto, conseguimos responder com soluções que não são apenas inovadoras, mas conseguem também proporcionar experiências incríveis de utilização.

Como se divide o peso do negócio da ASUS em termos de B2C e B2B?
A ASUS é assumidamente uma marca de consumo, e é neste mercado que focamos grande parte do nosso atual portefólio. Acreditamos que está a deixar de fazer sentido a divisão B2C e B2B. Por um lado, temos muitos dos nossos produtos de consumo a serem utilizados em ambiente profissional e, por outro, mantemos linhas de produtos que claramente se dirigem a esses ambientes, como, por exemplo, o digital signage.

No segmento profissional, quais as categorias de produto, e respetivos modelos, mais procuradas?
Em termos profissionais, como produtos mais procurados podemos destacar as Workstations ESC 500 e ESC 700, com suporte para processadores Intel Xeon Série W e memórias ECC. São tecnicamente servidores de alto desempenho em formato de máquina de trabalho. E também os mini PC E420 e E520, com um design ultrafino mas com processadores de alto desempenho, que asseguram uma maior produtividade profissional, e os monitores BE249QLBH e BE27AQLB, que, além de baixos consumos energéticos, são muito ergonómicos, com vários níveis de ajuste em altura e inclinação, e que incluem a tecnologia ASUS Eye Care, para minimizar a fadiga ocular em períodos alargados de utilização.

Que novos produtos serão apresentados até ao final do ano? E de que forma serão comunicados?
O nosso roadmap inclui um número muito significativo de produtos em linha de evolução dos atuais modelos, acompanhando as novas gerações de processadores e soluções gráficas. No entanto, podem esperar-se também alguns modelos disruptivos, que seguramente serão referências distintivas no mercado. O lançamento da linha ZenFone 5, por exemplo, marca por ser um smartphone que responde em pleno à procura nacional, e será apresentado de forma muito original, em várias iniciativas não só nos shopping e pontos de venda, mas também em eventos e festivais de verão.

Como têm evoluído as vendas em Portugal?
Desde 2008, ano em que a ASUS abriu escritórios em Portugal com equipa portuguesa para gerir o mercado, as vendas têm crescido consecutivamente, ano após ano.

Quais os objetivos traçados para 2018?
Este será um ano de consolidação, até porque em nenhuma das áreas de negócio em que a ASUS atua são expectáveis quaisquer crescimentos dignos de destaque. Ainda assim temos como objetivo para Portugal um crescimento de 5%.

O que diferencia a ASUS dos demais players do setor?
Somos apaixonados por tecnologia e impulsionados pela inovação. Sonhamos, atrevemo-nos e esforçamo-nos para criar uma vida digital descomplicada e alegre para todos. Procuramos incessantemente novas ideias e experiências incríveis. Aspiramos oferecer o incrível em tudo que fazemos. Contamos com uma equipa que ronda as 16 mil pessoas, das quais 5200 são engenheiros exclusivamente dedicados à investigação, desenvolvimento e design.

Receberam sete prémios de inovação só na última edição da CES. Como é que encaram este reconhecimento do mercado?
É o reconhecimento de uma comunidade pelo esforço que a marca faz em termos daquilo que é a inovação. Sem querer ser presunçoso, estamos habituados a receber muitos prémios anualmente porque, efetivamente, somos uma empresa que inova. E não só em Portugal como nos outros países. Internamente há uma grande paixão pelo que é a inovação e a tecnologia.
Voltando atrás na nossa história, destaco a inovação que foi o EeePC, assim como o tablet, quando lhe juntámos um rato e um teclado, tornando-o mais semelhante a um PC. A ASUS criou o conceito e a ideia e percebeu que havia uma necessidade no mercado, dando resposta antes de todos os concorrentes. Por isso o que agora estamos a fazer é criar novos conceitos e trazer novas experiências e novos produtos que apresentem paradigmas distintos para o utilizador.

Desta inovação resultam constantemente novos produtos, muito deles disruptivos. Que novidades teremos no segundo semestre deste ano?
Haverá novidades ao longo de todo o segundo semestre. Mas já há châssis que estão a chegar no terceiro trimestre, inclusivamente o X580, inovador por tudo aquilo que tem.
Mas estamos a lançar novidades desde o início do ano. O Zephyrus, por exemplo, é um portátil que posicionámos como um portátil de jogos. Estes normalmente são pesados e de baixa autonomia, pelo que criámos um modelo capaz de suportar qualquer jogo, sendo, em simultâneo, fino, leve e com boa autonomia. Lançámos também um conceito novo, o Screen Pad, que está integrado no Zen Book Pro 15, já disponível no mercado, que é também uma evolução da nossa linha premium. É um portátil de trabalho superfino e com um design excelente.

O design também já valeu à ASUS vários prémios. Pode dizer-se que é uma preocupação em todas as categorias de produtos?
Sim, em todos os produtos, até nas motherboards. Cada vez mais as pessoas que têm um produto da ASUS querem demonstrá-lo e querem mostrar ao mundo que aquilo que está lá dentro também é algo que eles se orgulham em ter, e o design de uma motherboard, hoje em dia, é capaz de demorar mais tempo do que demorava um telemóvel há três ou quatro anos.

Hélder Bastos exibe a Rampage V Edition 10, uma motherboard dedicada ao gaming

Hélder Bastos exibe a Rampage V Edition 10, uma motherboard dedicada ao gaming

Isso significa que não podem estar focados apenas no design daqueles segmentos que se veem mais, mas mesmo o que vai dentro do produto tem de ser pensado com esta preocupação?
Tudo é pensado com design. E com diferentes perspetivas, para diferentes consumidores. Temos a linha Zen, que segue uma linha, temos a linha ROG, que segue outra linha, e depois temos uma linha premium que também acompanha outras facetas do produto. Hoje, conceber uma motherboard está ao nível de desenhar um Fórmula 1.
Relativamente ao gaming, uma gama que é muito importante para nós, temos três marcas – a ROG, que é o topo de gama, a Strix e a Tuf. Veem-se muitas marcas de gaming no mercado, mas para ser uma verdadeira marca de gaming é preciso mais do que fazer um computador preto com riscos vermelhos e pôr uma placa gráfica lá dentro. Há que saber fazer a motherboard, e a ASUS faz motherboards. Há que saber fazer uma placa gráfica, e a ASUS faz placas gráficas, e, depois disto tudo, há que saber refrigerar todo o sistema para trabalhar com o máximo desempenho possível. E esse é o grande desafio que se põe às marcas – como é que se vai refrigerar se a máquina começar a aquecer? Por muito bons componentes que tenham, vão desacelerar e perder desempenho.

Qual a estratégia de comunicação da marca? Qual o target a alcançar? Como define o cliente ASUS?
A ASUS é tradicionalmente conhecida como a marca recomendada pelos especialistas. Mas hoje podemos dizer que todos temos conhecimentos numa ou noutra área relacionada com a tecnologia, por isso a nossa estratégia de comunicação continua a passar por responder ao mercado com produtos de alta qualidade, que vão ao encontro mais direto das necessidades dos consumidores mais avançados. E usamos a qualidade e a inovação dos nossos produtos como a principal bandeira de promoção em cadeias cada vez mais vastas de recomendação.
Para aumentar o nosso raio de influência, apostamos em estar presentes em ambientes e eventos onde os nossos produtos possam demonstrar as suas vantagens. Por um lado, com uma sólida presença nos grandes retalhistas nacionais, com a criação de pontos de experimentação de produto específicos, e, por outro, com ativações de marca em eventos como o NOS Alive’18 ou o Lisboa Games Week, onde os nossos produtos conseguem demonstrar todo o seu potencial.

De que forma têm vindo a chegar a novos clientes?
A adequação dos nossos produtos às necessidades dos consumidores tem sido o fator chave de sucesso da ASUS em diversos países, incluindo Portugal. O nosso país é caracterizado, dentro da Europa, como um dos que mais rapidamente adota novas tecnologias. Os portugueses rapidamente reconhecem os benefícios que um novo produto tecnológico lhes pode trazer, e esse reconhecimento coaduna-se extremamente bem com a nossa filosofia de criação de produto. Utilizamos esse princípio sempre que introduzimos uma nova linha de produtos no nosso portefólio, de forma a que não só os nossos atuais clientes voltem a comprar os nossos produtos, alargando também a sua escolha a novas linhas ASUS, mas também trazendo novos clientes para o universo dos nossos produtos.

Ainda falando da marca, foram também distinguidos, já em 2018, como Marca de Confiança em Portugal...
Esse reconhecimento foi algo que nos surpreendeu e que nos orgulha de uma forma que nem sabíamos que podíamos ficar tão felizes com este galardão. Quando fomos eleitos como Marca de Confiança, quisemos saber como é que as coisas eram feitas, porque é que tínhamos sido eleitos. Percebemos que o questionário, feito pelas Seleções do Reader’s Digest, é aplicado a uma amostra que representa o universo da população nacional. Os inquiridos têm que nomear marcas, e sem escolha múltipla. Ou seja, a resposta é espontânea.
Ficámos também muito satisfeitos por perceber que 27% dos inquiridos que votaram na ASUS ainda não são clientes da marca, mas que a têm no seu top of mind no que respeita a esta categoria de produtos.

A parceria com a JPDI dura há alguns anos. Que balanço faz desta relação?
Muito bom. Já trabalhávamos com a JP na área de componentes eletrónicos (motherboards, placas gráficas...) antes de a ASUS vir para Portugal, em 2008. Nessa altura aconteceu o lançamento do EEE PC, que mais tarde veio a ter o nome de Netbook, e a ASUS iniciou um período de grande crescimento no segmento dos laptops, tendo chegado ao terceiro lugar a nível mundial. Em Portugal abriu-se um mercado enorme, o que levou a empresa a alargar a parceria com a JP também para a área de sistemas. Desde então, o negócio e o relacionamento têm crescido de forma muito saudável. Não se trata apenas de uma relação financeira. Há uma sincronização de objetivos e uma clarificação muito evidente daquilo que a JP pretende enquanto distribuidor que são partilhadas também da nossa parte. O negócio tem crescido e penso que o futuro nos poderá oferecer uma sintonia ainda maior e uma partilha de mais negócio se assim o mercado o possibilitar.